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dc.contributor.advisor Furlong, Eliana Badiale
dc.contributor.author Souza, Michele Moraes de
dc.date.accessioned 2012-09-24T22:59:35Z
dc.date.available 2012-09-24T22:59:35Z
dc.date.issued 2008
dc.identifier.citation SOUZA, Michele Moraes de. Avaliação da atividade antifúngica e antimicotoxinas de extratos de farelo de arroz, cebola e microalga chlorella. 2008.150f. Dissertação (Mestrado em Engenharia e Ciência de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2008. pt_BR
dc.identifier.uri http://repositorio.furg.br/handle/1/2583
dc.description Dissertação(mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Alimentos, Escola de Química e Alimentos, 2008. pt_BR
dc.description.abstract A contaminação fúngica acarreta alterações na qualidade nutricional e no valor econômico dos produtos alimentícios podendo causar danos patológicos em plantas, animais e humanos. A identificação da atividade antifúngica e antimicotoxinas, em extratos de diferentes fontes que exibem propriedades de inibir naturalmente o crescimento de fungos e subseqüente produção de micotoxinas (metabólitos secundários produzidos por fungos toxigênicos), abre a perspectiva de empregar de forma mais eficiente os tecidos vegetais empregando-os como conservadores naturais. Entre os compostos com propriedades inibidoras de crescimento fúngico e produção de micotoxinas, naturalmente presentes em alimentos, destacam-se os compostos fenólicos, que por sua estrutura química dificultam a atividade de enzimas metabólicas de microrganismos. As matérias-primas escolhidas foram: o farelo de arroz, a cebola e a microalga Chlorella phyrenoidosa. Aos três tecidos são atribuídas propriedades funcionais, sendo que os dois primeiros são abundantes na região sul e comercializados com baixo valor agregado. A chlorella é empregada em dietas especiais como fonte de compostos bioativos especialmente aminoácidos essenciais e compostos antioxidantes. Este trabalho teve como objetivo determinar o teor de compostos fenólicos, a atividade antifúngica sobre o desenvolvimento dos fungos dos gêneros Rhyzopus sp., Aspergillus oryzae, Aspergillus flavus, e Fusarium graminearum e a atividade antimicotoxinas sobre o fungo Aspergillus flavus, em extratos de farelo de arroz, cebola e Chlorella. Os compostos fenólicos da cebola foram extraídos em três sistemas solventes: aquoso, metanólico e acetato de etila. Os compostos fenólicos do farelo de arroz e da chlorella foram extraídos com metanol, sendo quantificados colorimetricamente com reagente de Folin-Ciocalteau. O conteúdo de fenóis totais nos vegetais variou de 68 μgfenóis.g-1 em extrato aceto-etílico de cebola a 3012 μgfenóis.g-1 em extrato aquoso de cebola. Os extratos foram triados sobre os fungos Rhyzopus sp e Aspergillus oryzae que foram os modelos para estimar a inibição de crescimento fúngico. Esporos de Aspergillus flavus foram utilizados para estudar o efeito inibidor da produção de aflatoxina B1 e B2. Os extratos testados apresentaram algum grau de inibição do desenvolvimento fúngico, sendo a chlorella a que apresentou maior inibição em relação aos outros extratos, em todos os fungos testados, chegando a 31% de inibição/μg fenol total. Após o 7°, 14° e 21° dia de incubação foram realizadas extrações de micotoxinas do meio de crescimento pelo método adaptado de TANAKA et al., (2000). O extrato fenólico de Chlorella inibiu totalmente a produção de micotoxinas em relação ao controle. Estes resultados mostram que a ação antifúngica está naturalmente presente em alguns tecidos vegetais e que encontrar a forma de extraí-los e aplicá-los como conservadores de alimentos é muito promissor para agregar valor aos alimentos, principalmente aqueles de baixo valor comercial. pt_BR
dc.description.abstract The fungal contamination cause alterations in nutritional quality and economic value of food products and can cause pathological damages in plants, animals and humans. The identification of the antifungal activity and antimycotoxin in extracts of sources different that show properties of naturally inhibiting the fungal growth and subsequent mycotoxins production (metabolites secondary produced by toxic fungal), open the perspective of employing in the more efficient form the vegetable tissue employing them like natural conservatives. Between compounds with properties inhibiting of fungal growth and mycotoxins production, naturally present in foods, stand out the phenolics, what for your chemical structure make difficult the activity of metabolic enzymes of microrganisms. The chosen raw materials were: the rice bran, the onion and the microalga Chlorella phyrenoidosa. To three tissues functional properties are attributed being that two first ones are abundant in the south region and marketed with low collected value. The Chlorella is employed in special diets like source of bioactives compounds and antioxidant compounds. This objective study was determine the tenor of phenolics compounds, the antifungal activity on the development of the fungal Rhyzopus sp, Aspergillus oryzae, Aspergillus flavus and Fusarium graminearum and antimycotoxin activity on the fungal Aspergillus flavus, in extracts of bran of rice, onion and Chlorella. The phenolic compounds of the onion were extracted in three solvent systens: aqueous, methanolic and ethila acetate. The phenolic compounds of the bran of rice and of the Chlorella were extracted with methanol, and quantified with reagent of Folin-Ciocalteau. The total phenolics levels in vegetables ranged between 68 μgphenolicg-1 in aceto-ethylic extract of anion and 3012 μgphenolic g-1 in aqueous extract of onion. The extracts was used in antifungal tests against strains of Rhyzopus sp and Aspergillus oryzae that were the models to appreciate the inhibition of fungal growth. Spores of Aspergillus flavus were used to study the inhibiting effect of the aflatoxins B1 and B2 production. The tested extracts presented some degree of inhibition of the fungal development, being the Chlorella Who presented tested bigger inhibition regasding other extracts, in all the fungal, is reaching 31% of inhibition/μgphenolic . After 7°, 14 and 21° Day of incubation were carried out extractions of mycotoxins from growth médium were determined by TANAKA et al., method (2000). The phenolic extract of chlorella inhibited totally the mycotoxins production regarding the control. These results show that the antifungal activity is present naturally in some vegetable tissues and that to find the formo of extracting to apply as conservatives of foods is very promising to values collect to the foods, principally those of low commercial value. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.rights open access pt_BR
dc.subject Antifúngico pt_BR
dc.subject Fenóis pt_BR
dc.subject Micotoxinas pt_BR
dc.subject Antifungal pt_BR
dc.subject Mycotoxins pt_BR
dc.subject Phenolic pt_BR
dc.title Avaliação da atividade antifúngica e antimicotoxinas de extratos de farelo de arroz, cebola e microalga chlorella pt_BR
dc.type masterThesis pt_BR


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