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dc.contributor.author Souza, Aldinida Medeiros
dc.date.accessioned 2017-08-10T15:51:39Z
dc.date.available 2017-08-10T15:51:39Z
dc.date.issued 2015
dc.identifier.citation SOUZA, Aldinida Medeiros. Memórias de Branca Dias: um discurso necessário à memória dos judeus perseguidos. Historiae, Rio Grande, v. 6, n.1, p. 9-27, 2015. Disponível em: <https://www.seer.furg.br/hist/article/view/5139/3399> Acesso em: 14 dez. 2016. pt_BR
dc.identifier.issn 1519-8502
dc.identifier.uri http://repositorio.furg.br/handle/1/7542
dc.description.abstract O romance Memórias de Branca Dias (2009), de Miguel Real, apresenta os elementos pelos quais Linda Hutcheon (1991) define o conceito de metaficção historiográfica. Neste sentido, fundamentamos a leitura crítica deste romance pelos estudos que indicam o romance histórico contemporâneo como uma releitura crítica do passado. Miguel Real traz para uma escrita reflexiva em relação à Inquisição portuguesa, redimensionando a figura histórica de Branca Dias. Outrossim, também a coloca em evidência muito mais que os personagens masculinos da narrativa. Somando estes aspectos, e mais, ao considerarmos os estudos de Maria de Fátima Marinho (1999) sobre a evolução do subgênero romanesco em questão, bem como os estudos de Cristina Vieira (2008) sobre a personagem romanesca, lemos a figura de Branca Dias, nesta ficção, como uma representação da mulher judia que lutou pela vida e pela liberdade, visto que, a partir metaficção historiográfica passou-se a ter um novo enfoque para figuras antes marginalizadas ou apagadas das narrativas históricas. Evidenciar estes aspectos, através da leitura do romance de Miguel Real, com um olhar que também traz à tona questões de gênero para a protagonista feminina é o nosso intento neste artigo. pt_BR
dc.description.abstract The novel Memórias de Branca Dias, de Miguel Real (2009), presents the elements by which Linda Hutcheon (1991) defines the concept of historiographical metafiction . TroughI this way, we base the critical reading of this novel by studies that indicate the contemporary historical novel as a critical rereading of the past. Miguel Real brings a reflective writing in relation to the Portuguese Inquisition, resizing the historical figure of Branca Dias. And also highlights much more than the male characters of the narrative. Adding these features, and more, when we consider the studies of Maria de Fátima Marinho (1999) on the evolution of romantic subgenre in question, as well as studies of Cristina Vieira (2008) on the novel character, we read the White Days figure, in this novel, as a representation of the Jewish woman who fought for life and liberty, as from historiographical metafiction it went to have a new approach to figures previously marginalized or erased the historical narratives. Highlight these issues by reading the novel by Miguel Real, with a look that also brings up gender issues for the female protagonist is our intent in this article. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher EDGRAF pt_BR
dc.rights open access pt_BR
dc.subject Branca Dias pt_BR
dc.subject Miguel Real pt_BR
dc.subject Romance histórico contemporâneo pt_BR
dc.subject Historical contemporary novel pt_BR
dc.title Memórias de Branca Dias: um discurso necessário à memória dos judeus perseguidos pt_BR
dc.type article pt_BR


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